como emagrecer

como emagrecer

As pessoas engordam por quatro motivos: comem muito, têm gasto
calórico dimimuído, acumulam gorduras mais facilmente ou têm
mais dificuldade de queimá-las.
O gasto calórico significa a queima de energia que uma pessoa apresenta
durante as 24 horas do dia e isso inclui o gasto calórico com a
alimentação (energia gasta nos processos de digestão, absorção e
transporte de nutrientes) e com a atividade física.
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A capacidade de transformar calorias em gorduras varia de indivíduo
para indivíduo e isso explica porque duas pessoas com o mesmo
peso e altura, que comem os mesmos alimentos, podem fazer
gordura com menor ou maior eficiência e esta última é que tenderá
a ser gorda.
A habilidade de queimar gorduras também varia de pessoa para
pessoa. Podemos queimar as calorias do nosso organismo a partir
das gorduras do tecido adiposo, das proteínas dos músculos e do
glicogênio do fígado, entre outros. O indivíduo apresentará menor
tendência de engordar e maior capacidade de emagrecer quanto
maior for a sua capacidade de queimar as gorduras.
Todas essas condições ocorrem não apenas por mecanismos orgânicos,
mas, em especial, por fatores genéticos.
Fatores genéticos

emagrecer

Crianças de pais obesos apresentam maior risco de se tornarem
obesas quando comparadas às crianças cujos pais apresentam peso
normal. O quadro a seguir mostra a porcentagem de risco de uma
criança se tornar obesa relacionada à obesidade dos pais:
Pais Risco para a criança
Ambos obesos 80%
Pai ou mãe obeso (a) 40%
Ambos não obesos 10%

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Já no caso das doenças multifatoriais, isto é, que apresentam diversas
causas, é difícil distinguir os efeitos dos genes dos efeitos
ambientais, como hábitos alimentares e sedentarismo em indivíduos
que vivem no mesmo ambiente.
Estudos feitos com gêmeos univitelinos, ou seja, geneticamente
idênticos, demonstraram nítida correlação de peso, mesmo quando
as crianças são criadas separadamente. Do mesmo modo, verificase
que o peso de crianças adotivas possui semelhança maior com o
de seus pais verdadeiros do que com os de adoção.

Saude sexual


Saude sexual

Como se pode observar na Tabela 2, foi constatado que a primeira relação sexual ocorreu
entre 16 e 18 anos para 61,6% das jovens que responderam ao questionário. Em 13,1% das jovens,
a idade da primeira relação sexual foi entre 19 e 21 anos e, para 23,3%, entre 13 e 15 anos. A idade
média para primeira relação sexual com penetração nesta amostra foi de 15,8 anos, resultado muito
próximo dos encontrados por Borges (2007) e Bergamim e Borges (2009).
Quanto à frequência das relações sexuais, os dados obtidos em 45% das respostas apontam
para uma a duas vezes por semana, 41,6% indicaram que a frequência variava entre uma e três vezes
por mês e, 11,7% ter mais de três relações por semana.
vibrador para mulher vibrador vibrador para homens masturbadores Nas questões sobre satisfação e preferências na relação sexual, as jovens podiam escolher
mais de uma das alternativas dadas e adicionar outras conforme achassem necessário. Como pode
ser observado na Tabela 3, as jovens afirmaram que a “penetração vaginal” ainda é a pratica sexual
que mais lhes oferece prazer, tendo sido marcada em mais de 86% das respostas. Em seguida aparece
“receber sexo oral do parceiro(a)” em 50% das respostas. Quase que na mesma proporção (43,3%),
surge o item “posições diferentes” no ato sexual e apenas 10% das jovens assumiram a“masturbação
realizada por ela mesma” como a modalidade que lhes trazia mais prazer.
Tabela 3. Modalidade(s) sexuais em que mulheres sentem mais prazer
Modalidade(s) em que se satisfaz com mais facilidade
(marcada mais de uma opção) Nº %
Penetração vaginal
Sexo oral* vibrador
Posições diferentes
Masturbação (realizada pelo parceiro)
Masturbação (realizada por ela mesma)
Penetração anal  vibrador para homens
Outros**

5,0

*Receber o sexo oral do parceiro. ** Item não especificado pelas jovens.

Em seu estudo, Abdo e Fleury (2015) evidenciaram que as mulheres na terceira idade têm a
masturbação como prática sexual mais frequente que a relação sexual com penetração. Ou seja, nesta
amostra, a masturbação realizada pelo parceiro é melhor e mais prazerosa do que a masturbação
realizada por elas mesmas. A penetração anal foi indicada como prática sexual prazerosa apenas por
6,7% das mulheres. Em um estudo realizado por Silveira, Béria, Horta, e Tomasi (2002) com mulheres
com idade entre 15 e 49 anos, apenas 2,8% de uma amostra de 1.522 afirmaram ter realizado sexo
anal na última relação sexual. O estudo de Barbosa e Koyama (2008) sobre o comportamento sexual
de homens e mulheres brasileiros apontou que o sexo anal foi a prática menos frequente em pesquisa
coletada nos anos de 1998 e 2005. Estes dados mostram que o número de mulheres jovens que
realizam sexo anal é pequeno. Na presente pesquisa, embora o sexo anal tenha aparecido na última
colocação, não se pode esquecer que se trata de preferência, ou seja, neste caso, as poucas jovens
que assinalaram “sexo anal”, o fizeram como sendo uma prática que lhes traz grande satisfação.

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como emagrecer As pessoas engordam por quatro motivos: comem muito, têm gasto calórico dimimuído, acumulam gorduras mais facilmente ou tê...